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| Título: |
MARCAS PRÓPRIAS: UM ESTUDO DOS MERCADOS SUPERMERCADISTAS FRANCÊS E BRASILEIRO |
| Instituição: |
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO |
| Autor(es): |
DANIEL SALDANHA ERTHAL
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| Colaborador(es): |
HELENE BERTRAND - Orientador
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| Catalogação: |
22/11/2007 |
| Tipo: |
TESE
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Idioma(s): |
PORTUGUÊS - BRASIL
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| Referência [pt]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=10855@1 |
| Referência [en]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=10855@2 |
| Resumo: |
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As marcas próprias (MP`s) despontam como sendo uma das
principais
ferramentas do varejo para seu crescimento e fomentação dos
lucros. Em países
como a França e os EUA elas já representam 36% e 20% das
vendas totais do
varejo supermercadista respectivamente. No Brasil, esse
percentual ainda não
passa de 7%. O intuito deste estudo é realizar um
comparativo entre o mercado
brasileiro e o francês de MP`s verificando as suas
similaridades e diferenças para
analisar as possíveis perspectivas futuras para esse
segmento no Brasil. O
mercado francês foi selecionado por diversas razões dentre
elas por ser um
mercado maduro nesse segmento e pelos dois principais
varejistas brasileiros
serem direta ou indiretamente controlados por franceses. A
literatura sobre o tema
no Brasil ainda é restrita e, em sua maioria, são
direcionados para aspectos sobre a
relação da indústria com o varejo, com poucas referências a
mercados
internacionais como esse paralelo que aqui está sendo
proposto (Brito et al.,
2004). A partir de entrevistas com diretores dos principais
supermercadistas
brasileiros e franceses que representam 85% e 75% de vendas
de MP`s nos
respectivos mercados, foram traçadas as características do
mercado brasileiro e
um comparativo entre os dois mercados. Posteriormente, com
base nos dados
analisados foi delineado um possível cenário futuro das
MP`s no Brasil. Os
resultados indicam que o mercado brasileiro ainda está
subdesenvolvido em
relação ao francês pela evolução do varejo e pelo alto
envolvimento com marcas
pelo consumidor brasileiro. A tendência para o mercado
brasileiro é de se
profissionalizar mais nos próximos anos com uma crescente
aceitação do
consumidor e de desenvolver novas categorias de produtos no
médio e longo
prazo.
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