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| Título: |
ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS E COLABORATIVAS: OS IMPACTOS NO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BANCÁRIA |
| Instituição: |
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO |
| Autor(es): |
PAULO MOREIRA GOULART
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| Colaborador(es): |
JORGE FERREIRA DA SILVA - Orientador
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| Catalogação: |
13/07/2001 |
| Tipo: |
TESE
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Idioma(s): |
PORTUGUÊS - BRASIL
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| Referência [pt]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=1727@1 |
| Referência [en]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=1727@2 |
| Referência [es]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=1727@4 |
| Resumo: |
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O objetivo principal do estudo é avaliar, nos espaços
competitivo e colaborativo da indústria bancária do Brasil,
o impacto no desempenho das instituições, decorrentes da
utilização de estratégias coletivas (Astley & Fombrun,
1983), simultaneamente com estratégias competitivas (Miles
& Snow, 1978), intencionais (ou não). Para tanto, foi
utilizada base de dados preexistente no Departamento de
Administração da PUC/RJ sobre a indústria financeira
nacional, constituída para viabilizar pesquisa anterior
(Almeida, 1998), englobando 45 dos 50 maiores bancos em
operação em 1996, cerca de 98% do market-share (Ranking FGV
de Bancos de 1997). Não foi possível observar a dependência
das estratégias coletivas em relação às estratégias
competitivas, embora a variação das médias ambientais e de
desempenho tenha sido suficientemente significativa para
garantir que os pares estratégicos integrados percebessem
as forças ambientais de modo diferenciado, acarretando em
variações no desempenho. Finalmente, pelo menos um par
estratégico integrado de melhor ajuste Estratégia-Ambiente
(menor média ambiental) apresentou a maior média de
desempenho para o respectivo tipo competitivo.
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