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| Título: |
AUTOMORFISMOS GENÉRICOS DE CUBOS COM ALÇAS |
| Instituição: |
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO |
| Autor(es): |
LEONARDO NAVARRO DE CARVALHO
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| Colaborador(es): |
PAUL ALEXANDER SCHWEITZER - Orientador
ULRICH OERTEL - Coorientador
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| Catalogação: |
03/10/2003 |
| Tipo: |
TESE
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Idioma(s): |
PORTUGUÊS - BRASIL
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| Referência [pt]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=3970@1 |
| Referência [en]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=3970@2 |
| Resumo: |
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Automorfismos genéricos de cubos com alças (handlebodies)
aparecem do estudo de classes the isotopia de
automorfismos de variedades orientáveis de dimensão três.
Automorfismos genéricos permanecem como uma das partes
menos entendidas desse estudo.Dado um automorfismo
genérico de um cubo com alças, é conhecida uma forma de
se construir uma laminação bidimensional que é invariante
pelo automorfismo. A essa laminação se associa um fator
de crescimento. É sabido que, no caso de tal fator de
crescimento ser minimal - uma característica importante,
pois mede a complexidade essencial do automorfismo - a
laminação deve gozar de uma certa propriedade de
incompressibilidade. Nessa tese mostramos que o processo
de se achar uma laminação com tal propriedade é
algoritmico. Por outro lado, mostramos que tal
propriedade não garante que o respectivo fator de
crescimento seja minimal. Propomos uma outra propriedade,
tensão transversal, mais forte que incompressibilidade,
que conjecturamos também ser condição necessária para que
o fator de crescimento seja minimal. Provamos a
conjectura em alguns casos.Além dos resultados
mencionados acima, desenvolvemos métodos para gerar
automorfismos genéricos de cubos com alcas, que usamos
para apresentar alguma variedade de exemplos.
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