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| Título: |
BANCO CENTRAL E SISTEMA FINANCEIRO: O CASO BRASILEIRO PÓS-PLANO REAL E IMPLICAÇÕES SOBRE FISCALIZAÇÃO BANCÁRIA |
| Instituição: |
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO - PUC-RIO |
| Autor(es): |
TIAGO COUTO BERRIEL
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| Colaborador(es): |
ILAN GOLDFAJN - Orientador
ARMINIO FRAGA NETO - Coorientador
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| Catalogação: |
31/10/2005 |
| Tipo: |
TESE
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Idioma(s): |
PORTUGUÊS - BRASIL
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| Referência [pt]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=7385@1 |
| Referência [en]: |
http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/Busca_etds.php?strSecao=resultado&nrSeq=7385@2 |
| Resumo: |
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O Sistema Financeiro brasileiro, após a estabilização
econômica de 1994,
passou por intensas modificações, com a necessidade de
implementação de vários
programas de saneamento. A primeira parte desta
dissertação oferece uma
explicação alternativa para esta fragilidade. Ao
considerarmos as atividades de
gestão de crédito e de obtenção de receitas inflacionárias
competitivas para as
decisões de investimento do banco, expectativas de maiores
taxas de inflação
futuras fazem com que as instituições fiquem mais expostas
a riscos de
insolvência, quando de um choque de taxa de juros reais.
Na segunda parte da
dissertação, abordamos as implicações de diferentes
desenhos institucionais para a
fiscalização bancária. Caso crises bancárias deteriorem os
trade-offs da política
monetária quando a regulação for realizada pelo Banco
Central, temos como
resultado excesso de fiscalização bancária. Ao contrário
do recomendado na
literatura, o modelo implica que países emergentes, onde
há maiores
probabilidades de crises bancárias e a política monetária
está mais sujeita a
deterioração de trade-offs, devem ter agência autônoma de
fiscalização bancária.
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